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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Transistor biocompatível pode mapear a atividade cerebral.

Aparelho microscópico pode ser implantado diretamente no cérebro para ajudar no tratamento de diversas doenças.


Um grupo de cientistas franceses conseguiu desenvolver o primeiro transistor orgânico microscópico e biocompatível, ou seja, que pode ficar em constante contato com os órgãos humanos. E a ideia dos pesquisadores que trabalham noCornell NanoScale Science and Technology Facility (CNF) é ousada.
Segundo o grupo que trabalha no projeto, os aparelhinhos podem ser implantados no cérebro para gravar, em tempo real, toda a atividade do órgão diretamente da “superfície” do seu córtex. Isso tudo graças a uma avançada tecnologia de eletrocorticografia (ECoG), cerca de dez vezes mais avançada do que a usada atualmente.
A revolução se dá pelo fato de que os neurônios emitem sinais elétricos extremamente sutis, e identificá-los com os tradicionais eletrodos de metal é tarefa complicada, pois eles não conseguem captá-los com a devida precisão. Além disso, os ossos do crânio também atrapalham no processo, o que torna necessário, em muitos casos, que os médicos mantenham a cabeça dos pacientes aberta para a inserção de tais ferramentas de monitoramento (como pode ser visto nessa imagem).
Os novos ECoGs biocompatíveis são muito menores e, ao contrário dos eletrodos tradicionais (e feitos de metal), podem ser moldados de acordo com o formato curvilíneo do crânio e do cérebro, o que facilita a sua inserção no órgão.

Ajudando no tratamento de doenças

Esse monitoramento em tempo real visa ajudar no estudo e tratamento de diversas doenças, como no caso de pacientes com epilepsia. Pessoas com tumores no cérebro poderão ter o órgão escaneado e, com isso, os médicos teriam o poder de realizar o melhor tratamento possível, realizando cirurgias com ainda mais exatidão.
Pacientes com alguns tipos de paralisia também podem ganhar com a novidade, uma vez que um melhor monitoramento da atividade elétrica do cérebro é capaz de ajudar no desenvolvimento de tratamentos e de novos tipos próteses, por exemplo.

Fonte: Tech Mundo.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Cientistas estão desenvolvendo motores iônicos para aviões


Se você já assistiu aos filmes da saga de Guerra nas Estrelas, há grandes chances de você se lembrar das TIE Fighters — as naves utilizadas pelo Império nas batalhas espaciais que eram travadas com a Aliança Rebelde. Mas você sabe qual é o significado de “TIE”? Trata-se de uma sigla para “Twin Ion Engines”, que em português significa “Motores iônicos gêmeos”.
E é bem possível que, em alguns anos, motores desse tipo possam ser encontrados em caças militares do mundo real. Isso acontece porque cientistas do MIT — o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA), um dos mais respeitados de todo o mundo — estão desenvolvendo um sistema de propulsão iônica que pode revolucionar tudo o que conhecemos sobre aviação na atualidade.
Criando um “vento iônico”, é possível gerar uma potência 55 vezes maior do que a encontrada em motores normais a jato. Além de mais fortes e rápidos, eles também seriam muito mais silenciosos e garantiriam que os aviões passassem por radares sem serem identificados. Mas é difícil que os aviões com motor iônico sejam utilizados em batalhas aéreas, pois o governo norte-americano parece ter outros planos para ele.
Há grandes chances de que os propulsores sejam instalados em aeronaves responsáveis pelo reconhecimento de regiões remotas. A CIA (Agência de Inteligência dos Estados Unidos) estaria bem interessada em utilizar os motores iônicos em aviões para estes fins, uma vez que eles seriam mais difíceis de serem rastreados, garantindo maiores chances de sucesso nas espionagens.

Fonte: Tech Mundo

Manto da invisibilidade agora é real: dispositivo é mais fino que papel!


No ano passado, a equipe de pesquisa comandada pelo professor Dr. Andrea Alu anunciou a criação do primeiro “manto” da invisibilidade 3D no espaço livre. Agora, a novidade é ainda mais encantadora e pode fazer sua imaginação percorrer todas as cenas de filmes de ficção: a equipe conseguiu desenvolver um dispositivo muito mais discreto, desta vez realmente parecido com um manto.
O projeto inicial funcionava apenas na faixa de micro-ondas, um feito que marcou uma nova era em testes de invisibilidade, que antes se limitavam ao funcionamento 2D. No entanto, o sistema era bastante volumoso, ou seja: embora a camuflagem funcionasse, o aparelho responsável pela ação dificilmente passaria despercebido.
A nova versão do manto da invisibilidade tem apenas alguns micrômetros de espessura, o que faz com que ele seja mais fino do que uma folha de papel. Assim como o projeto inicial, o sistema permite que você esconda objetos em todas as direções, independentemente do posicionamento do observador.


O manto da invisibilidade na prática

Durante os testes do novo sistema, a equipe do professor Alu foi capaz de esconder um cilindro plástico de 18 centímetros de comprimento por 3 centímetros de diâmetro. Uma das possibilidades de uso do sistema seria a de aplicar o material juntamente ao revestimento para cobrir materiais que precisam ficar escondidos.
Segundo Dr. Andrea Alu, uma das maiores vantagens desse sistema de camuflagem seria “a sua conformabilidade, facilidade de fabricação e largura de banda otimizada (...). Você não precisa de um metamaterial volumoso para cancelar a reflexão (da luz) de um objeto”. Para ele, as possibilidades são infinitas: “Isso poderá trazer grandes benefícios para os equipamentos biomédicos e ópticos”.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Hacker consegue controlar aviões com um aparelho Android





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